8 Motivos pelos quais você não deve sacrificar tudo por seus filhos

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Mães, damos tudo pelos nossos filhos, até as nossas vidas; isso é muito claro para nós. É algo que fica evidente no coração de nossas mães.

Nossa escolha de ser mãe e educar um ser humano, é um caminho cheio de exigências e às vezes desgastante, que envolve sacrifícios, esforços e desistência do que queremos. Em princípio, nos sentimos bem dando tudo. Isso acalma nossa consciência e até nos deixa felizes.

Sacrificar coisas supérfluas pensando que depois podemos recuperá-las é uma ideia muito comum, e de fato é possível. Se em uma tarde suas amigas convidam você para sair, mas você acaba não indo para cuidar de seu filho, é algo de que você pode se arrepender, mas você sabe que haverá outro momento em que poderá ter esse lazer tempo, que por outro lado é merecido e necessário.

Encontrar o equilíbrio certo entre nossas necessidades, nossos desejos e as necessidades e desejos de nossos filhos para que todos ganhemos e ninguém perca, muitas vezes é difícil e os pais acabam por priorizá-los.

Mas, se essa oportunidade de recuperar um momento nunca chegar, se perdermos um jantar com amigos porque nosso filho não quer se separar de nós, se adiarmos uma viagem que queríamos fazer e pensarmos que haverá outras… A longo prazo, tudo isso terá um impacto no nosso bem-estar geral.

Hoje, queremos tentar encontrar um equilíbrio entre nossas responsabilidades, nossas necessidades e nossos desejos. Sabemos que é difícil, mas pelo menos servirá para refletir e poder estabelecer prioridades segundo um critério justo e equitativo.

1) Hora das suas coisas.

Temos a tendência de pensar que cada minuto que reservamos para nós mesmos é um minuto a menos do que damos aos nossos filhos. 

Sabemos que quanto mais jovens, mais tempo e carinho exigem, mas não é egoísmo reservar um tempo durante a semana para ir ao cabeleireiro, tomar um café com uma amiga ou ler um livro.

É um momento em que você carrega baterias e se renova, para poder proporcionar melhor qualidade de vida para si mesmo. Peça ajuda, principalmente do pai.

2) Eles também vão deixar o ninho.

Da mesma forma que você saiu da casa de seus pais para se casar e constituir família, eles também farão. E tudo bem, porque é a lei da vida que todos devemos seguir.

É por isso que você nunca deve desistir completamente do que gosta ou da profissão para a qual se formou. Depois que seus filhos ganharem alguma independência, você terá que passar menos tempo com eles. 

É nesse momento que muitas mulheres se sentem perdidas, pois passaram a maior parte da vida sendo mães e deixaram de ser mulheres.

3) Um momento para o casal.

Não esqueçamos que no início éramos duas e que do fruto desse amor chegaram os filhos e a família se consolidou.

Aos poucos começamos a nos dedicar à criação e integração na família do cônjuge, e não é de se estranhar que começamos a deixar o casal de lado.

É um erro que devemos evitar a todo custo, porque quando os filhos já estão criados ou mesmo não moram mais conosco, é com nosso companheiro que vamos contar para continuar viajando em pares, o resto do caminho.

4) Síndrome do “ninho vazio”.

Se durante a maior parte da vida familiar nos dedicamos pura e exclusivamente ao papel de mães, assim que deixarmos de ser mães (apenas em parte), nos sentiremos um pouco desorientados e perdidos por não sabermos o que fazer.

Por isso, manter uma atividade, um emprego e amigos com os quais compartilhar é essencial para não sentirmos que nossa vida acabou ou que fomos abandonados.

Encontre o seu espaço!

5) As crianças são emprestadas.

A prova de que temos feito um bom trabalho como mães está na satisfação de ver como nossos filhos construíram suas próprias asas para voar por conta própria. E tudo bem, porque isso é o que eles farão em algum momento quando quiserem.

Acompanhe os seus filhos nestes momentos, incentivando-os a fazer o que quiserem para que se sintam seguros e acompanhados.

6) Não caia em frustração.

Tudo o que queremos e não podemos alcançar é uma frustração de que, mais cedo ou mais tarde, acabaremos pagando com angústia e ressentimento.

Dentro das possibilidades e sonhos possíveis, não deixe de lado o que você gosta e o motiva, para não tirar algumas horas do tempo de seus filhos.

O tempo não volta e às vezes as oportunidades não se repetem. Não se esqueça!

7) O sacrifício pesa.

Às vezes vemos mães abnegadas que deixaram seus sonhos ou estudos pelos filhos, caindo na injustiça da reprovação: “Depois de tudo que fiz por você!” É uma frase muito comum que vem de alguém que se ressente de alguma falta cometida por seus filhos e que considera que deveria receber um “pagamento” por tê-los criado e feito sacrifícios.

Não se esqueça, os sacrifícios de uma mãe podem se tornar uma “dívida” para seus filhos, fazendo-os se sentirem culpados. E, finalmente, ninguém quer isso.

8) Uma mãe realizada.

Seus filhos não precisam de uma mãe sacrificial, eles precisam de uma mãe que esteja satisfeita com suas escolhas em todos os níveis. Uma mãe orgulhosa de suas realizações tanto em seu papel de mãe quanto de esposa e mulher.

Dê a seus filhos uma mãe cuja felicidade não dependa pura e exclusivamente deles, porque assim você estará ensinando a eles o que é a liberdade e criará o contexto psicológico ideal e necessário que todo ser humano precisa para se desenvolver.

As crianças trocam alegremente algumas horas sem mãe, por uma mãe sorridente, contente e feliz.

O que você acha do sacrifício das mães? Conte sua experiência e compartilhe!

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